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terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Luiz Gonzaga e a inesquecível "O Xote das Meninas" (1987)


Luís Alberto Alves/Hourpress

#Luiz Gonzaga, nosso eterno rei do Baião e pai do talentoso #Luiz Gonzaga Jr., o Gonzaguinha, nesta inesquecível canção #"O xote das meninas". As atuais bandas de forró genérico precisavam conhecer o que é realmente música sertaneja. Não o lixo que despejam em nossos ouvidos ultimamente.






O primeiro grande sucesso de Marisa Monte, "Bem Que Se Quis"


Luís Alberto Alves/Hourpress

Em 1989, o Brasil conheceu o grande talento de #Marisa Monte, que soltou a linda voz no hit "Bem que se quis".







The Floaters e a bela "You Don’t Have To Say You Love Me" (Tradução)


Luís Alberto Alves/Hourpress

Outro grande sucesso dos #Floaters, em 1977, foi a balada "You Don’t Have To Say You Love Me", que ajudou muita gente trocar aliança no altar meses depois. 

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

BEZERRA DA SILVA e o samba "MEU BOM JUIZ"


Luís Alberto Alves/Hourpress

Na década de 1980, Bezerra gravou o samba "Meu bom juiz", composto por Beto Sem Braço e Serginho Meriti em homenagem ao traficante e fundador do Comando Vermelho, o sociólogo José Carlos dos Reis Encina, o Escadinha. Anos depois ele abandonou o crime e se tornou evangélico, mas o samba ainda faz sucesso nas rodas dos pagodeiros.
 








Tropicana (Morena Tropicana), um dos grandes sucessos de Alceu Valença


Luís Alberto Alves/Hourpress

Em 1982, Alceu Valença enchia a conta corrente com muito dinheiro ganho com o sucesso "Morena Tropicana". Passados quase 40 anos, ela é presença marcante nos seus shows. 






Grupo Balansamba e a inesquecível "Brilho Colossal"


Luís Alberto Alves/Hourpress

Em 1986, auge do pagode, o grupo Balansamba vendeu muito disco e fez muito show na carona do hit "Brilho Colossal", que nas rodas de samba, perto do Natal, era presença obrigatória.







sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

Beth Carvalho e o lindo samba "Saco de Feijão"


Luís Alberto Alves/Hourpress

O samba "Saco de feijão", escrito em 1977 e gravado por Beth Carvalho, mostra que o Brasil de hoje é o mesmo de antigamente, com o pobre gastando rios de dinheiro para comprar um quilo de feijão, artigo de luxo em muitas mesas.